Brasil
Governo quer mudar frequencia do vale-gás e criar voucher para caminhoneiros; Saiba
Valor pago a motoristas de caminhão pode chegar a R$ 1.000; governo e Centrão querem mitigar efeito da inflação entre eleitores mais pobres

Publicado em 22/06/2022 16:18 - Atualizado em 22/06/2022 16:18

Foto/Reprodução


O governo estuda, com o Congresso, aumentar a frequência do auxílio gás, conhecido como vale-gás, e distribuir um voucher de ao menos cerca de R$ 400, podendo chegar a R$ 1.000, a caminhoneiros para aliviar os impactos da alta dos preços dos combustíveis.

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No caso do auxílio para o gás de cozinha, mais de 5 milhões de famílias receberam um auxílio gás de R$ 53 em junho de 2022.

O vale-gás equivale a 50% do preço do botijão de 13 kg e é pago a cada 2 meses pelo governo federal.

A ideia seria aumentar a frequência para que o valor fosse pago todos os meses. Outra opção seria o aumento do valor, dobrando o que é pago atualmente, mas mantendo os pagamentos a cada 2 meses. Os valores pagos, no entanto, não são metade do botijão.

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O custo estimado para essa medida estaria na casa dos R$ 2 bilhões para as mesmas famílias que já recebem o benefício. A ideia é parecida com a do então relator do projeto de lei que criou a alíquota única de ICMS para os combustíveis. Ele queria dobrar o alcance do programa ao custo de R$ 1,9 bilhão, mas a sugestão não foi acatada.

Já sobre o voucher para caminhoneiros autônomos a ideia sobre a mesa é pagar cerca de R$ 400 para os quase 900 mil profissionais cadastrados na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). O governo, entretanto, já considera pagar R$ 1.000 a categoria. 


 A agência mantém um cadastro ativo de 872.320 caminhoneiros autônomos e 536 cooperativas, segundo dados de maio. A base é usada para monitorar a capacidade de carga e frete do transporte rodoviário, principalmente depois da greve de 2018. Tem dados de CPF e CNPJ dos caminhoneiros e associações.

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Caso a base cadastrada fosse menor, como chegou a ser discutido entre congressistas e o Planalto, o valor poderia alcançar os R$ 1.000. O pagamento seria feito de uma única vez e não várias parcelas do valor até o final do ano.


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