Brasil
Caminhoneiros ameaçam greves para todo o Brasil “a qualquer momento”; Saiba Mais
O caminhoneiro apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como

Publicado em 21/06/2022 16:53 - Atualizado em 21/06/2022 16:53

Foto/Reprodução


"Uma nova greve dos caminhoneiros pode estourar a qualquer momento”, anunciou o pré-candidato a presidente, deputado federal André Janones (Avante-MG), nas redes sociais.

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A mensagem foi postada depois que a Petrobras anunciou mais um reajuste para o diesel e a gasolina nessa sexta-feira, 17.

Além dele, que ficou conhecido por se apresentar como porta-voz dos profissionais nas paralisações da categoria em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também vem tentando se aproximar dos caminhoneiros. 

O petista tem criticado, por exemplo, a Paridade de Preço Internacional (PPI) da Petrobras e chamou de inércia a atitude do presidente Jair Bolsonaro(PL) em não revogar tal medida.

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Esses profissionais estiveram no centro da campanha que elegeu Bolsonaro, em 2018, quando foram realizadas as maiores paralisações de caminhões no país, durante o governo de Michel Temer (MDB). 

Consultado pelo Jornal Opção se há sinalização de paralisações dos caminhoneiros em Goiás, o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, respondeu que greves devem ocorrer “por todos os lados” do país.

Ze trovão pede calma

O caminhoneiro apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como "Zé Trovão" , pediu que caminhoneiros aguardem até a próxima semana para entrar em greve. Na sexta-feira (17), a categoria anunciou que  "é provável" uma nova paralisação. 

Em vídeo, ele convoca os motoristas a fazerem manifestações na frente das refinarias da Petrobras na próxima segunda-feira (27) para reivindicar 25% de desconto no óleo diesel e 15% na gasolina e no álcool. "Se isso não acontecer, na semana que vem a gente vai fazer uma coisa organizada", disse.

No entanto, nos últimos anos, muitas paralisações foram anunciadas pelos profissionais, mas, por divisões de grupos, muitos liderados por apoiadores de Bolsonaro, e por ações do governo, não tiveram muita adesão. Resta saber se agora, próximo das eleições, essa categoria vai “parar” novamente o Brasil.  


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